Há uma festa preparada!
É uma festa para todos, mas, é apresentada em dois atos.
Inicialmente a festa é apresentada a uns em particular, a quem chamo de escolhidos ou convidados especiais. Com certeza, depois de estes especiais terem entrado, os demais seriam chamados para ela. Porém os escolhidos não valorizaram o convite, cada um preferiu suas próprias ocupações ou mesmos suas próprias diversões.
O segundo ato da festa é o momento em que todos, “gente boa e gente má”, foram chamados deixando claro que não era um simples preencher de vazio, mas era o plano inicial.
Os escolhidos eram os judeus – “veio para os que eram seus e os seus não o receberam” – que consideram a religião como que os ligava a Deus e não o seu filho Jesus Cristo.
Hoje os escolhidos podem ser os que receberam o privilégio de nasceram em um lar cristão. Aqueles que têm a liberdade de crer sem represália, e podem dispor da palavra de Deus a qualquer momento.
Entrar na festa é responsabilidade do anfitrião, os chamados só têm que aceitar o convite. Ao aceitarem estar na festa lhe são dadas vestes especiais. A veste especial não é condição para ir à festa, mas sim para estar nela.
Quem entrou sem as vestes chamadas de núpcias talvez represente um judeu arrogante que entende que sua condição de judeu lhe garante a presença. Mas pode ser também o não judeu que entende que sua integridade ou mesmo justiça própria, ou religião sejam suficiente para estarem naquela celebração.
As vestes são de propriedade do dono da festa, não podemos produzi-las. Ou Ele nos dá ou não a teremos.
